Sangrando
meu peito ficava ao senti-la distante.
Abrigava-me naquela morte que chegava a todo instante.
Mas ela não ia embora. Ela permanecia.
Sentindo os pés fora do chão, ela se esqueceu de como era viver sem a dor.
Doía perder sem ganhar, doía resistir sem vencer. Quaisquer passos e palavras faziam com que ela sentisse a profunda e inexplicável dor inacabável do sangrar sem medida.
Também se esqueceu de como era bom sentir o calor de se encontrar, de renascer a cada amanhecer.
Triste ela vivia. Ou morria.
Frágil e doce; elegante e acabada.
Singela melodia ela cantava. Entristecia-se.
Da vida pouco sabia. Sempre partia.
Pedaços havia por toda parte. O todo se escondia.
Subia, subia... Mas caía. E descia.
Linda era ela. Como uma flor de sorriso escondido.
Forte era ela. Como uma leoa cuidando de sua cria.
Prestes a se levantar, ela se perdia.
Prestes a lutar, ela desistia.
E eu lhe dizia: "Menina, você está viva. Acorde, viva!”.
Abrigava-me naquela morte que chegava a todo instante.
Mas ela não ia embora. Ela permanecia.
Sentindo os pés fora do chão, ela se esqueceu de como era viver sem a dor.
Doía perder sem ganhar, doía resistir sem vencer. Quaisquer passos e palavras faziam com que ela sentisse a profunda e inexplicável dor inacabável do sangrar sem medida.
Também se esqueceu de como era bom sentir o calor de se encontrar, de renascer a cada amanhecer.
Triste ela vivia. Ou morria.
Frágil e doce; elegante e acabada.
Singela melodia ela cantava. Entristecia-se.
Da vida pouco sabia. Sempre partia.
Pedaços havia por toda parte. O todo se escondia.
Subia, subia... Mas caía. E descia.
Linda era ela. Como uma flor de sorriso escondido.
Forte era ela. Como uma leoa cuidando de sua cria.
Prestes a se levantar, ela se perdia.
Prestes a lutar, ela desistia.
E eu lhe dizia: "Menina, você está viva. Acorde, viva!”.
Mas
morrer todo dia era o que ela fazia.
E eu lhe dizia: "Menina, você está viva. Levante-se, viva!".
E eu lhe dizia: "Menina, você está viva. Levante-se, viva!".
Mas
ela não me ouvia.
Calei-me. Para não assustá-la.
Ausentei-me. Para não magoá-la.
Perfumada como a rosa, ela surgia.
Mas desaparecia.
Eu a amava mais a cada dia.
Não havia como não amar, pois, por dentro, ela sorria.
A cada sol, ela brilhava.
Calei-me. Para não assustá-la.
Ausentei-me. Para não magoá-la.
Perfumada como a rosa, ela surgia.
Mas desaparecia.
Eu a amava mais a cada dia.
Não havia como não amar, pois, por dentro, ela sorria.
A cada sol, ela brilhava.
Mas
quando a lua surgia, ela se apagava se acomodando na escuridão de seu ser.
Ser
imenso imerso em assombrações temerosas.
No entanto, descobri que era apenas uma fantasia.
Percebi
que, na verdade, ela não partia.
Ela
renascia.
Aprendeu a viver. Então, não mais morria.
Por fim, parti eu. Por ela.
Era ela. Só ela.
Única e encantadora.
Eternizada e admirada em minha alma.
Aprendeu a viver. Então, não mais morria.
Por fim, parti eu. Por ela.
Era ela. Só ela.
Única e encantadora.
Eternizada e admirada em minha alma.
Passei a iluminar o céu dela.

MARAVILHOSOOO!!!
ResponderExcluirPARABÉNS!!!