Entre momentos de ficção, os sabores se misturam diante da confusão. Não há nitidez, nem multidão. Não há sabedoria, há somente impulso e mágoa. A fumaça cega, enquanto o aperto aumenta. É como se tudo estivesse longe da razão e a perda fosse maior do que qualquer emoção. A lembrança de um sorriso, de um carinho, de um aperto de mão... Tudo não passa de um momento, pois o instante acaba, mas a dor volta. O mundo ao contrário, todos no abismo. A fonte quase secando, as crianças chorando. O vento seca, a chuva fere; encontro-me no chão, desvairada entre muitos corações. No que acontece agora ninguém põe a mão, mas o destino sabe onde está a contradição. Mil caminhos a encontrar, mas nenhum a me achar. Acho a volta, me perco na ida. Sinto-me vencida e, ao mesmo tempo, falida. Sem direção, sem desejo de escolha... Mas, acalmarei meu coração.
LINDAAAAAA, AMEI PRIRMÃ!
ResponderExcluirQue bom que você gostou (da frase final) do meu poema Mude: "Só o que está morto não muda!"
ResponderExcluirQue, aliás, não é de Clarice Lispector, como você diz.
E começa assim: Mude, mas comece devagar, porque a direção é mais importante que a velocidade.
Se puder, veja o poema todo, assim como o vídeo e o livro Mude, publicado pela Pandabooks, com prefácio de Antonio Abujamra, e à venda nas maiores livrarias.
Detalhes em http://Mude.blogspot.com
Para o poeta, o importante é encantar o coração do leitor. Mesmo que este suponha ter sido encantado por Clarice Lispector.
Flores e estrelas...
QUE LINDO!!!
ResponderExcluirAMEI!!!