3 de dezembro de 2010

Na madrugada

Madrugada, silêncio na estrada
Tudo é calmo, doce ao som do nada
Sinto um vazio que se preenche com a escuridão
Torno-me frágil, sensível a qualquer ilusão.
Respiro o silêncio da noite, me inspiro no ar puro dessa sensação
Tranquilidade serena me mantém afastada do chão, de toda a razão.
Me sinto livre, pronta para qualquer contramão
Posso voar, sentir meus pés balançarem
Toco as estrelas e escrevo uma canção
Então, irei sonhar...
E após algum tempo acordar, com aquela nostalgia de imaginar.

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